O senador, presidente da CPMI do INSS, defendeu o afastamento do ministro do STF para garantir a isenção de investigações sobre supostas conversas de assessores, argumentando que o uso de “número funcional” do Supremo justificaria a medida. As alegações envolvem um contrato de R$ 129 milhões de um escritório associado à esposa do ministro com o banco, o que gerou questionamentos por parte da oposição.
Enquanto Viana e outros parlamentares pedem o afastamento e o impeachment, alegando violações constitucionais, defensores do ministro argumentam que as ações ocorrem dentro da legalidade e no contexto de combate a atividades antidemocráticas. Até o momento, não houve afastamento do ministro do cargo. O debate sobre o impeachment é avaliado como uma questão jurídica e política pelo Congresso Nacional.
